Encontro
clandestino
O
toque da seda...
Um
roçar delicado.
Avanço
pela alameda
Em
um caminhar arriscado
Vou
ao seu encontro
No
nosso cantinho secreto
E
pela mata adentro,
Longe
do olhar indiscreto
Através
da escuridão
Localizo
uma luz difusa
Entramos
em comunhão
Quando,
sobre mim, você debruça
Meu
robe diáfano
Desliza
por meu corpo
E
com meu beijo profano,
Seu
fôlego usurpo
Carinhos
e abraços roubados
Em
uma linda noite de amor.
Devemos
voltar afobados
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