terça-feira, 15 de outubro de 2013

Encontro clandestino

Encontro clandestino

O toque da seda...
Um roçar delicado.
Avanço pela alameda
Em um caminhar arriscado

Vou ao seu encontro
No nosso cantinho secreto
E pela mata adentro,
Longe do olhar indiscreto

Através da escuridão
Localizo uma luz difusa
Entramos em comunhão
Quando, sobre mim, você debruça

Meu robe diáfano
Desliza por meu corpo
E com meu beijo profano,
Seu fôlego usurpo

Carinhos e abraços roubados
Em uma linda noite de amor.
Devemos voltar afobados

Para nossas vidas sem calor



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